"Num tronco de Iroko vi a Iúna cantar" conta com personagens lendários da cultura africana

 

TEXTO: Redação | FOTO: Divulgação | Adaptação web: David Pereira

Num tronco de Iroko vi a Iúna cantar, de Érika Balbino | FOTO: Divulgação

Num tronco de Iroko vi a Iúna cantar, de Érika Balbino | FOTO: Divulgação

Num tronco de Iroko vi a Iúna cantar, de Érika Balbino, narra a história dos irmãos Cosme, Damião e do pequeno e levado Doum, que um dia encontram com um menino chamado Pererê e, por meio dele e de muitos outros amigos que vão se juntar a eles nessa fábula, percorrem caminhos mágicos e descobrem os segredos e artimanhas da arte chamada de capoeira. Com Pererê, a índia Potyra, Vovô Joaquim e outros seres lendários das culturas cabocla, negra e indígena, os três vão ao encontro do grande guerreiro Guariní, ou Ogum Rompe-Mata, capaz de ajudá-los a combater Ariokô e aqueles que fizeram a Mãe-Terra tremer de dor pelo desmatamento. Com ilustrações do grafiteiro Alexandre Keto e lançado pela Editora Peirópolis, aproxima as crianças da capoeira por meio de figuras lendárias das religiões de matriz africana, que marcaram profundamente o desenvolvimento da cultura brasileira.
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