Conheça o projeto Minha Casa, Minha Vida Quilombola

 

Texto: Denise Pires | Foto: Divulgação

Minha Casa, Minha Vida Quilombola | Foto: Divulgação

Minha Casa, Minha Vida Quilombola | Foto: Divulgação

Segundo a secretária Extraordinária de Políticas Afrodescendentes (Seafro) do Amapá, Marilda Leite, que articula junto com a Caixa Econômica Federal o programa do governo federal para construção de casas populares para comunidades quilombolas, Minha Casa, Minha Vida Quilombola, o governo brasileiro nunca deu a devida atenção a algumas etnias quando realizou a reforma agrária.

A importância desse programa de habitação popular do governo federal que irá beneficiar essas comunidades quilombolas existente em todo o estado do Amapá (o programa vai ser estendido para outros estados brasileiros). Além de uma representação de uma associação constituída legalmente dentro da comunidade que deseje pleitear o financiamento, é necessário que ela seja “titulares”, isto é, já tenha passado pelo processo de certificação e demarcação.

As outras comunidades “certificadas” vão ser atendidas posteriormente. “Essas comunidades `titulares´ estão aptas ao financiamento, pois as terras onde estão assentadas já passaram por certificação e demarcação. Isso facilita bastante o financiamento”, diz Leite. Nessa primeira etapa do programa “Minha Casa, Minha Vida Quilombola”, até 50 casas das comunidades assistidas poderão ser beneficiadas. E o montante do financiado é de R$ 1.250 mil. Cada família terá um financiamento de R$ 25 mil. Esse dinheiro, como explicou a secretária Marilda Leite, pode ser usada na construção, na reforma ou na ampliação da casa.

 

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