Acusada de injúria racial, defensora pública falta a interrogatório alegando depressão e estresse

Claudia Alvarim Barrozo, defensora pública aposentada acusada de chamar dois entregadores de “macacos”, entre outras ofensas, faltou o interrogatório marcado no dia 22 de fevereiro, na 1ª Vara Criminal de Niterói, no processo que responde por injúria racial.

A defesa da acusada requereu a redesignação da audiência justificando que o estado psicológico da cliente não autorizava a sua participação no ato.

Para isso, apresentaram um atestado assinado por um psiquiatra atestando que Alvarim sofre de quadro de stress pós-traumático, depressão grave, ansiedade generalizada e pânico e que, atualmente, vem demonstrando piora do quadro em razão de toda problemática que vem sofrendo.

Com a ausência da defensora pública, a juíza Larissa Nunes Pinto Sally remarcou a audiência para o dia 12 de março. Não custa lembrar que, em dezembro de 2023, a defensora pública foi condenada, pela 3ª Vara Cível de São Gonçalo, a pagar R$ 40 mil de indenização por dano moral aos dois.

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