Revista Raça Brasil

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Não mexe comigo que sou macumbeiro, rebate atleta do Bahia ao ser vítima de intolerância religiosa.

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hamalli

Vice-presidente do Grupo Raça Comunicações. Responsável pelo processo de criação, realização e edição da Revista Raça Brasil. Administra os recursos técnicos, artísticos e administrativos dos principais projetos do Grupo Raça Brasil: Revista, Área Digital e Fórum Brasil Diverso.

Antes do treino desta quarta-feira (5), o volante Feijão, do Bahia, foi abordado para falar com alguns membros da imprensa no Fazendão. O tema, no entanto, não tinha nada a ver com o jogo contra o Fluminense, e sim pelo fato do jogador ter sido vítima de intolerância religiosa em uma rede social.

Questionado sobre o ocorrido, Feijão demonstrou chateação e pediu respeito ao candomblé, religião que é adepto. “As pessoas estão confundindo as coisas. Confundindo muito. Respeito todas as religiões e espero que respeitem a minha. Sou do candomblé e com muito orgulho. Espero que tenha coragem de falar na minha frente. Na rede social é muito fácil”, declarou, em entrevista ao Bahia Notícias. De acordo com o atleta, as críticas mais pesadas ocorrem pelo fato dele ter sido revelado no clube. “Os caras querem fazer tumulto, principalmente comigo, que sou prata da casa. Mas eu estou agindo naturalmente. Vida que segue. É ter tranquilidade”, completou. O crime de intolerância religiosa prevê a pena de um a três anos de prisão, além de multa.

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