Gladson Fonseca, bailarino foi a sensação da Feira Preta

 

Texto: Sonia Nascimento | Foto: Divulgação | Adaptação web Sara Loup

 

Gladson Fonseca | Foto: Divulgação

Gladson Fonseca | Foto: Divulgação

Natural de Diadema, no ABC Paulista, Gladson Fonseca, de 27 anos, é bailarino e trabalhou como barman sua segunda profissão, no stand da RAÇA BRASIL, na última edição Feira Cultural Preta. Na verdade, ele foi uma das sensações do evento. “Foi um dia muito especial na minha vida.

Nunca tive um momento ‘meu’, como aquele. As pessoas (a maioria mulheres), de todas as idades queriam saber quem eu era, e me chamavam o tempo todo para fotografar, conversar.

Aquele foi um momento inesquecível”, diz Gladson, de 1,85m e 92 kg bem esculpidos e trabalhados em academia. Recém chegado da Turquia, onde se apresentou por seis meses com a Cia Splendor of Brasil, ele também faz figurino e customização de shows da própria Cia.

Como bailarino, ele afirma que aprendeu a profissão ‘na prática’. “Nunca frequentei nenhuma escola de balé, mas, está nos meus planos me aperfeiçoar”, diz. O gosto pela arte é de família. O trabalho com figurino também. Sua mãe foi rainha do Carnaval por cinco anos consecutivos na Unidos do Taboão, bairro onde Gladson cresceu e aprendeu o trabalho com o pai preparando, em casa, as roupas da mãe. Mas, quando começou a dançar, Gladson tomou realmente gosto por figurino, dando ideias novas para os shows.

Com gosto para a arte, ele adora cinema e tem preferência por filmes de ficção científica e ação, e sempre que viaja não perde a oportunidade de visitar museus locais e cidades históricas. Em 2011, Gladson viaja novamente para a Turquia com a Splendor of Brasil. Esta nova temporada internacional deve durar mais seis meses. Com formação técnica em administração e informática, o seu sonho do rapaz é investir no estudo da gastronomia. “Uma área totalmente diferente e fascinante”, revela.

 

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