A Oficina Mundi Model’s promove um desfile com tendências africanas

 

Texto: Redação | Foto: Christyam de Lima | Adaptação web Sara Loup

Oficina Mundi Model’s | Foto: Divulgação

Oficina Mundi Model’s | Foto: Divulgação

desfile Tendências Africanas apresentado pela oficina Mundi Model’s trouxe a técnica moulage como destaque. Com ele, o modelista consegue reduzir erros que possam comprometer o bom caimento da roupa, pois ajuda o profissional a ter uma melhor visão dos formatos e das curvas do corpo.

“Optamos por esta técnica por ser uma forma mais rápida de desenvolvimento de uma coleção de moda e por tornar cada peça única, já que as roupas foram idealizadas e criadas diretamente no corpo do modelo”, conta Sirlen Borges, técnica em Vestuário pelo CEFET-Divinópolis/MG e graduada em Designer de Moda pela Faculdade de Arte e Design/FACED. Para o desfile da Mundi, em particular, foi feito uma pesquisa sobre a indumentária africana, suas cores, formas e estilos.

Na pesquisa, foi observado que muito do vestuário do Continente Negro se utiliza de amarrações no corpo, em que a roupa é construída de forma harmônica e bela, principalmente para identificar os diferentes grupos étnicos existentes na África.“Esta forma de vestuário utilizando amarrações no próprio corpo, sem costura, vem desde a antiguidade, sendo a forma mais antiga de vestimenta. O resultado do desfile foram peças exclusivas, de caimento perfeito sobre o corpo dos modelos, uma harmonia total dos looks, tanto na forma como nas cores.

 

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