Saiba mais sobre a carreira da jornalista Joyce Ribeiro

 

TEXTO: Oswaldo Faustino | FOTO: Rafael Cusato | Adaptação web: David Pereira

A jornalista Joyce Ribeiro | FOTO: Rafael Cusato

A jornalista Joyce Ribeiro | FOTO: Rafael Cusato

Nascida no bairro da Bela Vista, o Bixiga, na região central da capital paulista, Joyce Ribeiro é a filha mais velha do casal Nilton e Mercedes. Ele, antigo divulgador de gravadoras – trabalhou em várias, como a Odeon e a Continental –, depois foi um dos sócios da gravadora Paradoxx Music, e hoje é empresário independente do setor artístico-fonográfico. A mãe, formada em biologia, sempre se dedicou ao lar e à costura. “É ela quem, até hoje, cria minha roupas. E faz coisas muito lindas. Nos últimos anos, resolveu fazer outra faculdade e se formou em modelagem”, comenta Joyce, que tem dois irmãos: Otávio Augusto, que é dentista, e Luiz Gustavo, formado em administração, executivo numa multinacional.

“Na adolescência, fui modelo. Posei para fotos. Dos 13 aos 17 anos, joguei basquete. Era alta para a idade, mas parei no 1,80 m. Era a pivô do time”, revela. Curiosamente, Luciano, que nasceu e morava no bairro da Lapa, na zona oeste, era capoeirista e também jogou basquete até os 18 anos. Seu sonho é que Malu, ou algum filho que venha depois dela, seja atleta de alto desempenho, talvez tenista, jogador ou jogadora de voleibol. “Para mim, ela deve ser o que a fizer feliz – afirma a mãe –, mas se quiser ser jornalista, como eu, jamais irei desestimulá-la.” Joyce Ribeiro relembra que sempre estudou em escolas estaduais e, na adolescência, enquanto as amigas se interessavam pelas novelas de televisão, ela gostava era de ver os telejornais.

“Desde cedo decidi que era aquilo que eu queria fazer. Não tinha dúvida de que o meu futuro profissional estava no telejornalismo e sempre tive como referência e ídolo a jornalista Glória Maria. Eu sempre me vi, como ainda me vejo,fazendo reportagens e numa bancada de jornal televisivo, assim como ela”, confessa. Porém, Joyce tem outro ídolo, um pouco mais distante: o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Isso é revelado pelo livro que ela faz questão de deixar num local bem visível, junto às fotos de seu casamento e outras obras. Trata-se de A Ponte, do jornalista e escritor David Remnick, que conta a vida e a ascensão do presidente norte-americano. “O próprio Remnick, prêmio Pulitzer e editor da revista The New Yorker, com seu talento no jornalismo literário, nesta obra dá uma verdadeira aula de como abordar os assuntos políticos de uma maneira super cativante.”

Sobre sua carreira profissional, além de se graduar pela FIAM/FMU, fez pós em jornalismo político e econômico, na PUC. “Quando terminei a graduação, no ano 2000, fui trabalhar em uma emissora de canal fechado, a Rede Mundial, da Legião da Boa Vontade (LBV), como produtora, depois como repórter. Foi lá que tive a minha primeira experiência como apresentadora de um programa cultural. Tive muita sorte no começo.” Depois disso,ela trabalhou, por um ano, numa assessoria de imprensa, até saber que estavam testando jornalistas para atuar no canal evangélico Rit-Rede Internacional de Televisão, do missionário R.R.Soares. Ali, pela primeira vez, em 2002, apresentou um telejornal. A experiência seguinte foi como apresentadora do Fala Brasil, na Rede Record. E passou para o canal Record Internacional, como apresentadora do jornal Record News, na época um programa, e hoje um canal.

“Na Record Internacional apresentei um programa com dicas culturais para brasileiros que vivem no exterior. Até que, em 2005, Mineiro, o diretor de jornalismo e padrinho de minha carreira, foi dirigir o jornalismo no SBT. Lá estavam criando o SBT Brasil, apresentado pela Ana Paula Padrão. E ele me levou para lá. Fui como repórter e substituía Ana Paula em fins de semana. Isso durou pouco tempo, pois me passaram para o SBT Manhã. E fiquei lá até me licenciar em agosto último, uma semana antes de Malu nascer”, assim Joyce resume sua carreira.

 
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