Confira trechos da entrevista com a assistente de palco do programa Hora do Faro, Valeska Reis

 

TEXTO: Juliana Centini | FOTO: Alex Pires e Rafael Cusato | MAKE: Nina Rodrigues | PRODUÇÃO: Quatro Estações, Brisas, Antara Gold | DIREÇÃO: SS Assessoria

 A assistente de palco Valeska Reis | FOTO: Alex Pires

A assistente de palco Valeska Reis | FOTO: Alex Pires

Agora que você já conhece a musa Valeska Reis, confira trechos da entrevista com a assistente de palco do programa Hora do Faro:

Samba ou carnaval? Qual deles foi a sua primeira paixão?

Apaixonei-me pelo samba. Minha família é de sambistas, de músicos voltados para o samba. Meu pai era músico e compositor, hoje em dia não é mais, mas trabalhou como DJ, fazendo bailes, nos tempos em que existiam esses bailes como o do clube Homes. Samba rock, jazz, soul, essas são a minha influência musical, meu pai me apresentou a tudo isso.

Antes do programa O Melhor do Brasil, por onde você andou?

Já fiz muitas coisas! Em 2006, se me lembro bem, teve um concurso na TV Gazeta para escolher a garota-propaganda de uma marca de refrigerantes. Eu não sei como, apareci lá, gostaram de mim, participei do concurso e, mesmo não tendo ganhado, foi dali que tudo começou. Me chamaram para fazer figuração em um programa de televisão, trabalhei com o Dedé Santana quando ele tinha um programa no SBT. Depois, fui fazer figuração na Band, que acabou virando um papel na Escolinha do Sidney Magal. Eu tinha um personagem, mas fiquei lá por pouco tempo. Até me convidarem para fazer o quadro A Outra, no Programa da Eliana, na Record. Ali passei um tempo considerável e era bem bacana.

"Samba rock, jazz, soul, essas são a minha influência musical, meu pai me apresentou a tudo isso" | FOTO: Rafael Cusato

"Samba rock, jazz, soul, essas são a minha influência musical, meu pai me apresentou a tudo isso" | FOTO: Rafael Cusato

Sua vida mudou depois da sua entrada para a TV? E em que sentido?

Mudou muito! As pessoas me reconhecem se estou na rua ou no shopping. Algumas delas falam até o meu nome, o que é curioso, porque não é uma informação dita a todo o momento no programa. Eu fico surpresa com isso. E, com as pessoas me conhecendo mais, passei a ter vários outros trabalhos, as coisas cresceram muito, eu cresci muito em todos os sentidos. Mudou a minha vida.

Em sua opinião, a mulher brasileira em geral exagera e não tem limites para ter o corpo de modelos e atrizes de TV?

Acho que sim, muitas mulheres exageram, sim. A gente cansa de ver esses casos de meninas que morrem em cirurgias plásticas, fazendo lipoaspiração sem necessidade, colocando prótese de silicone,também sem precisar, fazendo dietas absurdas... E chegam a ficar doentes! Acho que a mulher é vaidosa demais e busca sempre a perfeição, mas para buscar essa perfeição a gente precisa ter cuidados para não perder o limite. Cada uma tem uma estrutura de corpo diferente. Para chegar lá, existem muitos caminhos a serem seguidos e nem sempre o mais prático é o certo.

Pensando no futuro, onde e como você se vê daqui a dez ou 15 anos?

Vejo-me apresentando um programa. Caí na televisão de paraquedas, aprendi a gostar e agora não quero sair mais! Já fiz curso de apresentadora, tenho me especializado. Faço curso de idiomas, estudo inglês, porque acho que é preciso ter um diferencial. Afinal, tanta gente também quer fazer isso, né? Me preparo para que no futuro eu tenha essa chance. Sei que é difícil, que a concorrência é muito grande. Mas costumo dizer que sai na frente quem faz diferente.
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