Leia a sinopse do filme "Gonzaga - de pai para filho" que conta a história do cantor Luiz Gonzaga

 

TEXTO: André Rezende e Amilton Pinheiro | FOTO: Divulgação | Adaptação web: David Pereira

Cena do filme "Gonzaga - de pai para filho" | FOTO: Divulgação

Cena do filme "Gonzaga - de pai para filho" | FOTO: Divulgação

O filme do diretor Breno Silva não pegou carona nos diversos lançamentos e homenagens a Luiz Gonzaga, que completaria 100 anos de vida em dezembro de 2012. Não é também um apanhado de canções e registros do Rei do Baião, do artista de Exu, no sertão de Pernambuco, que gravou mais de 600 músicas cantando as delícias e as mazelas de seu povo. Gonzaga – de pai para filho apresenta o homem por trás do mito, alguém que ficou viúvo com um filho de dois anos para criar. Mas como fazê-lo se a fama e a estrada já o chamavam?

O menino Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior – que se tornaria famoso como Gonzaguinha – foi criado pelos padrinhos no Morro de São Carlos, Rio de Janeiro. Longe do pai, rejeitado pela madrasta, tendo violão como companheiro, cresceu, estudou economia e se tornou um cidadão consciente, política e socialmente.

Também virou artista. Também caiu na estrada, como o pai. Dois artistas brasileiros, dois ícones da cultura popular com personalidades opostas que dividiram a mesma história, marcada por desencontros e sentimentos diversos em uma complicada relação entre pai e filho.

O longa, lançado em 2012, traz no elenco Chambinho do Acordeon, como Luiz Gonzaga, e Júlio Andrade na pele de Gonzaguinha. Além da dupla, Nada Costa, Luciano Quirino, Silvia Buarque, e participações especiais de Domingos Montagner, Cecília Bassi, João Miguel e Zezé Motta. “Quando recebi o convite fiquei lisonjeada por diversos motivos. Por ser um filme sobre Gonzagão e Gonzaguinha, porque eu sou muito fã dos dois, e também por ser eleita para um papel de alguém que foi tão importante na vida dele. Foi um ganho poder entrar na intimidade de dois ídolos meus, embora seja uma história delicada e com uma questão dramática”, conta Zezé.

 

Quer ver esta e outras matérias da revista? Compre esta edição número 171.

Comentários

Comentários