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Justiça nega liberdade a Rafael Braga

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hamalli

Vice-presidente do Grupo Raça Comunicações. Responsável pelo processo de criação, realização e edição da Revista Raça Brasil. Administra os recursos técnicos, artísticos e administrativos dos principais projetos do Grupo Raça Brasil: Revista, Área Digital e Fórum Brasil Diverso.

Ex-morador de rua, único preso e condenado por delitos nos protestos de 2013 recebeu este ano outra pena, de 11 anos de prisão, por tráfico e associação ao tráfico de drogas.

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) decidiu manter preso o ex-morador de rua Rafael Braga Vieira, condenado em abril a 11 anos de prisão por tráfico de drogas. A decisão foi tomada em audiência nesta terça-feira (8). Rafael ficou conhecido por ter sido preso com uma garrafa de desinfetante durante os protestos de julho de 2013. Ele foi a única pessoa condenada por supostos delitos praticados nas manifestações.

O pedido de habeas corpus para Rafael começou a ser julgado pela 1ª Câmara Criminal na última terça-feira (1), mas o julgamento foi suspenso por pedido de vista do processo, feito pelo desembargador Luiz Zveiter.

Nesta terça, Zveiter votou pela concessão da liberdade a Rafael. Entretanto, como os desembargadores Katya Monnerat e Antônio Boente não mudaram seus votos, o ex-morador de rua permanece encarcerado.

Rafael Braga recebeu pena de 4 anos e 8 meses de prisão após ser preso, em julho de 2013, com uma garrafa de desinfetante e outra contendo água sanitária – materiais que, segundo a acusação, poderiam ser usados para a fabricação de coquetéis molotov.

Em outubro de 2014, ele progrediu para o regime semiaberto, usando tornozeleira eletrônica, mas voltou a ser preso em janeiro de 2016, por portar 0,6g de maconha, 9,3g de cocaína e um morteiro. Ele foi indiciado por tráfico de drogas e associação ao tráfico e condenado a pena de 11 anos de prisão.

 

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