Leia alguns trechos da ópera "Alabê de Jerusalém", de Altay Veloso

 

TEXTO: Oswaldo Faustino | FOTOS: Arquivo Pessoal/Divulgação | Adaptação web: David Pereira

Interpretação da ópera "Alabê de Jerusalém"

Interpretação da ópera "Alabê de Jerusalém"

Trechos de “Alabê de Jerusalém”, de Altay Veloso:

“Sentei-me à mesa dos sonhadores, provei dos licores que nos fazem ver as cores do mundo e sua beleza..Com a alma docemente embriagada pelo vinho fermentado na vinicultura da vida, adormeço, sonho como sonham as crianças, nas noites enluaradas.”

“Às vezes, parece que tarda o tempo das flores. A natureza o guarda, porque sabe que os pintores, os que fabricam as cores, moram em outras estações.”

“Por isso ela espera, até que esses artistas, a procurem e felizes, lhe digam: ‘Querida mãe natureza, já temos todos os matizes pra pintar sua primavera’”.

“Eu vim de longe, muito longe, mas posso dizer com firmeza, vi tanta beleza, tive tanta surpresa, a minha vida é feliz. Sou assim como um galho, que foi abrindo caminho..., fui ao quintal do vizinho com permissão da raiz.”

“Movimenta-se a vida a nosso favor, quando lhe chega o fervor do nosso pedido. Ela não presta atenção às palavras; sente o calor de um coração comovido, não nos vê de joelhos, reconhece-se nos espelhos, quando uma prece tem vida”

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