Que eles não sejam exceção!

Redaçãonovembro 6, 20204 min
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Ela, executiva com mais de 25 anos experiência profissional nos segmentos Farmacêutico e de Bens de Consumo e com mais de 10 anos como General Manager. Formada em Ciências Contábeis, pós-graduada em Finanças pela USP e com cursos de especialização em Vancouver-Canadá e Harvard-EUA. Acaba de deixar o cargo de Chief Executive Officer (CEO) da francesa Lacoste e negocia com outra multinacional, enquanto finaliza sua biografia, Ele, Administrador de Empresas, com MBA pelo Insper, possui curso de especialização em Liderança pelo Insead e FGV-CEO. Atualmente, ocupa a posição de Chief Operating Officer (COO) na Amil.

Dois negros na alta liderança, minoria num universo dominado por não-negros, mas que, não há como fugir do lugar comum: fazem a diferença. Embora pesquisas apontem que as empresas vêm demonstrando maior interesse pela diversidade em cargos de liderança, sabemos que tudo caminha a passos lentos. Inciativas de instituições como a Magazine Luiza, a L’Oreal, a Bayer, entre outras que começaram a discutir o tema da diversidade de forma mais intensa, são a porta de entrada apara que políticas e métricas resultem, de fato, na participação de profissionais negros nos cargos de liderança.

Edvaldo Vieira destaca que as oportunidades, por menores que sejam, precisam ser agarradas com afinco.

“Comecei a trabalhar com 15 anos, como office boy do Banco Real. Já vislumbrava a possibilidade de evoluir e ficava atento às oportunidades que surgiam. A empresa tinha um programa de trainee interno e tive a oportunidade de me desenvolver lá dentro, aprender como funciona o sistema bancário. Quando comecei a trabalhar na agência, estava prestando vestibular e passei para uma faculdade privada, mas a mensalidade era maior que o meu salário.  Ali aprendi que quando você tem uma oportunidade e um problema que tem solução, na verdade você não tem um problema, tem um desafio. E a solução era ganhar mais”, conta.

Investir no conhecimento, ele observa, era uma necessidade.

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