Entenda a ação que quer inserir a prática da capoeira nas escolas

 

TEXTO: Redação | FOTO: Revista da História da Biblioteca Nacional | Adaptação web: David Pereira

O Congresso Estadual de Capoeira de São Paulo busca mecanismo de inserir a capoeira nas escolas | FOTO: Revista da História da Biblioteca Nacional

O Congresso Estadual de Capoeira de São Paulo busca mecanismo de inserir a capoeira nas escolas | FOTO: Revista da História da Biblioteca Nacional

No dia 6 de abril foi realizado o Congresso Estadual de Capoeira de São Paulo, evento que é parte integrante e indissolúvel do III Congresso Nacional Unitário de Capoeira, que ocorrerá em agosto, também na capital paulista. O objetivo do encontro era debater as formas e mecanismos de inclusão da capoeira nas escolas e o PL32/09, que regulamenta a profissão de capoeirista.

Ao longo dos anos a capoeira paulista foi vítima de preconceito por parte tanto de esportistas como pessoas que atuam na área cultural. Na Bahia, com o genial Mestre Bimba, a modalidade ganhou status de esporte, nadécada de 1930. Em São Paulo, ela foi trazida pelos baianos e rapidamente se massificou. A primeira Federação de Capoeira foi fundada na capital paulistana, e estima-se que existam só no estado cerca de 3.000 grupos e academias que mobilizam mais de um milhão de adeptos.

O Congresso Estadual de Capoeira de São Paulo defendeu o reconhecimento da capoeira como esporte e a garantia de que sua prática seja determinada por uma política pública que atenda os interesses da comunidade.

O objetivo é a criação de uma lei que garanta a quem quiser praticá-la, seja como esporte, dança, arte ou folclore, e que tenha o direito a condições básicas para isso, além de regulamentar a profissão de capoeirista e assim tirar da informalidade milhares de brasileiros que vivem da prática da modalidade e precisam ter suas situações legalizadas.

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