Saiba mais sobre os novos trabalhos do rapper brasileiro Afro-X

 

TEXTO: Lau Francisco | FOTO: Divulgação | Adaptação web: David Pereira

O rapper Afro-X com o jogador Neymar | FOTO: Divulgação

O rapper Afro-X com o jogador Neymar | FOTO: Divulgação

Vivendo um dos melhores momentos de sua carreira, Afro-X passou os últimos meses em seu estúdio preparando o segundo trabalho solo após o fim do 509-E. Sucessor de “Das ruas para o mundo”, “Loko-Motiva” trará 15 faixas. O conceito do disco vem do termo “o louco motiva”, ou seja, o homem que segue sua linha sem parar e a todo vapor, assim como um trem. “Na verdade, produzi 26 músicas. As que não entrarem no CD, vou divulgar na Internet, nas redes sociais. O álbum vem com inovações, bebo nas fontes da black music e o disco traz uma linha mais dançante, com funk music, trap music e batidas pesadas e contagiantes, mostrando meu lado produtor musical”, diz Afro-X.

Saiba mais sobre os novos trabalhos de Afro-X:

Outro destaque do disco é o foco na cultura lowrider, carros com os sistemas de suspensão modificados e que andam extremamente próximos do solo. Surgida nas periferias dos Estados Unidos, na divisa com o México, é muito cultuada também no Brasil. Afro-Xaposta no sucesso da música tema do clipe do novo disco, denominada “Fluxo Gangsta”. “Ela mostra que o negro não é mais aquele coitadinho e hoje tem poder, estilo. A rapaziada não quer mais só ouvir, quer ação, e o clipe tem tudo que a gente gosta: um dia lindo de sol, super produção, carro lowrider, lindas modelos e os companheiros que correm ao meu lado”, afirma.

O artista pretende fazer uma turnê pelas capitais, litorais e interior do Brasil, e há a possibilidade de viajar pelos EUA e Europa. O show terá três opções de formação, a mais completa terá a sua Big Band, DJs, metais, bateria, baixo e guitarra, um formato testado em seu último show, acontecido em março deste ano em São Bernardo do Campo, quando fez uma homenagem às mulheres em um espetáculo gratuito. Orapper pretende fazer um show agitado e dançante, usando as suas letras que falam da vida, das questões sociais, dos “rolês” e do amor, para interagir com o público. “Gostaria sempre de tocar com a Big Band, é maravilhoso, o público delira com esse tipo de performance ao vivo, e, ao mesmo tempo, não descaracteriza o rap, porque o beat e o groove é pesado. Porém, viajar com 12 músicos deixa o show muito caro, por isso optamos em três versões para facilitar e adaptar à logística das viagens”, conta Afro-X.

 

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